A coisa certa na hora errada ou a coisa errada na hora certa? É fim de ano e nesses momentos eu sempre paro pra analisar todo ano da minha vida. Definitivamente, este foi perdido. Descartei coisas boas e o arrependimento me inundou durante 2009 inteiros.
Se parar pra pensar, concluirei que é a coisa certa na hora errada. Antes de acontecer, toda essa onda de coisas ruins deve passar porque começar algo em um momento desse só vai resultar em outro erro. Eu quero seu amor, mas eu não sei se ainda pode me oferecê-lo, e é nisso que tenho angustia de pensar. Pensar que no começo do ano éramos a perfeita combinação e hoje somos desnaturados um com o outro. Quero você e pra tê-lo vai me custar caro, mas qualquer preço vale desde que tudo volte ao normal, desde que sejamos dois em um.
(30 de Dezembro de 2009) #
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Nunca ter um fim
Toda vez que me pego tonizada,eu percebo que não tenho escolhas,é apenas você. É estranho que mesmo depois de tanto tempo tudo tenha voltado em mim. Na verdade, creio eu que nada tinha mudado, sempre foi à mesma pulsação sem ritmo, mesmo coração apertado, mesmo sorriso apaixonado, mesmo sentimento diferente. Talvez seu sorriso seja meu, e pra isto nós não tenhamos opção de escolha. Talvez minha vida esteja em seus braços e eu não possa nem te implorar pra que não esteja, porque no fundo eu mesma desejo isso.
Dizem que quem vive de museu é passado, mas eu sei que você não se encontra somente nele. Você está presente em meus pensamentos, e isto é tão certo! E como diz aquela musica que se repetem todos os dias em minha cabeça "você pode até tentar fugir, mas pra sempre vai estar aqui no meu coração". É impossível, metade de você - ou talvez tudo - está em mim, no meu interior guardado e protegido para que ninguém mais tome posse, apenas eu. Seu caminho foi colocado atravessado no meu e como faço pra transformar os dois em um? Você pode me ajudar, amor? Eu preciso disso, porque assim você está completamente em mim e eu em você. Pra sempre, como sempre tinha de ser.
(28 de Dezembro de 2009) #
Dizem que quem vive de museu é passado, mas eu sei que você não se encontra somente nele. Você está presente em meus pensamentos, e isto é tão certo! E como diz aquela musica que se repetem todos os dias em minha cabeça "você pode até tentar fugir, mas pra sempre vai estar aqui no meu coração". É impossível, metade de você - ou talvez tudo - está em mim, no meu interior guardado e protegido para que ninguém mais tome posse, apenas eu. Seu caminho foi colocado atravessado no meu e como faço pra transformar os dois em um? Você pode me ajudar, amor? Eu preciso disso, porque assim você está completamente em mim e eu em você. Pra sempre, como sempre tinha de ser.
(28 de Dezembro de 2009) #
Fugir não vai resolver meus pseudos problemas. Eu devo enfrentá-los como se não fossem tão difíceis e ruins. Quando eu encontro coragem, você desaparece. Você é um problema, mas é um daqueles que eu não quero me livrar. Aquilo que me faz mal e eu não quero que se vá. Estranho não?
sábado, 19 de dezembro de 2009
Eu olho pela janela e penso sobre o desenvolvimento, sobre o quanto as coisas consideradas poluentes ao meio ambiente se procriaram. É estranho pensar em como ele foi criado e como nós, seres "humanos”, estamos deixando. É então eu sinto medo.
Porém. antes eu tinha medo de crescer,mas isso não me apavora mais,afinal cresci,mesmo não desejando. Hoje, meus medos são mais complexos, mais enlouquecedores, e eu tenho que enfrentá-los, querendo ou não. Eu tenho medo do improvável, do inesperado que muitos gostam. Medo das crianças que hoje são saudáveis e que no futuro podem ser destruídas pela própria ação dos pais no passo. Medo de virar gente antes que eu tenha tempo pra querer isso. Medo de morrer sem aproveitar e fazer o que me foi colocado. Medo de me arrepender. Medo de ter filhos e não saber como, ao certo, dar amor, atenção, carinho. Medo de não vê-los crescer por insuficiência materna. Medo de perder o amor incondicional e fonte de minha vida, ou seja, meus pais. Medo de que um dia eu acorde e me dê conta de que minha vida se foi, junto com a velhice e morte dos meus amores. Medo de perder algo que nunca tive. Medo de ter algo que nunca desejei. Medo de desejar o errado, cometer o pecado. Medo de não saber perdoar. Medo das diversas chances que a vida nos dá tenha passado. Medo de não tê-las mais. Medo de, mesmo depois de todas as perdas, ainda perder minha fonte de risos diários. Medo de tudo tentar abrir meus olhos e eu forçá-los para continuarem fechados. Medo de envelhecer sozinha, ou talvez com alguém, mas ir e deixá-la aqui, sofrendo e desejando todos os dias ir ao meu encontro. Medo de não ser tão boa a alguém que mereça. Medo de errar, mas também da perfeição. Medo de fazer com que uma vida seja toda em vão. Medo da decepção ou de decepcionar alguém. Medo do tudo, do nada, no inexistente, do irreconhecível, do inesperado. Medo do próprio medo.
(19 de Dezembro de 2009) #
Porém. antes eu tinha medo de crescer,mas isso não me apavora mais,afinal cresci,mesmo não desejando. Hoje, meus medos são mais complexos, mais enlouquecedores, e eu tenho que enfrentá-los, querendo ou não. Eu tenho medo do improvável, do inesperado que muitos gostam. Medo das crianças que hoje são saudáveis e que no futuro podem ser destruídas pela própria ação dos pais no passo. Medo de virar gente antes que eu tenha tempo pra querer isso. Medo de morrer sem aproveitar e fazer o que me foi colocado. Medo de me arrepender. Medo de ter filhos e não saber como, ao certo, dar amor, atenção, carinho. Medo de não vê-los crescer por insuficiência materna. Medo de perder o amor incondicional e fonte de minha vida, ou seja, meus pais. Medo de que um dia eu acorde e me dê conta de que minha vida se foi, junto com a velhice e morte dos meus amores. Medo de perder algo que nunca tive. Medo de ter algo que nunca desejei. Medo de desejar o errado, cometer o pecado. Medo de não saber perdoar. Medo das diversas chances que a vida nos dá tenha passado. Medo de não tê-las mais. Medo de, mesmo depois de todas as perdas, ainda perder minha fonte de risos diários. Medo de tudo tentar abrir meus olhos e eu forçá-los para continuarem fechados. Medo de envelhecer sozinha, ou talvez com alguém, mas ir e deixá-la aqui, sofrendo e desejando todos os dias ir ao meu encontro. Medo de não ser tão boa a alguém que mereça. Medo de errar, mas também da perfeição. Medo de fazer com que uma vida seja toda em vão. Medo da decepção ou de decepcionar alguém. Medo do tudo, do nada, no inexistente, do irreconhecível, do inesperado. Medo do próprio medo.
(19 de Dezembro de 2009) #
sábado, 12 de dezembro de 2009
Why do we like to hurt so much?
Grandes perguntas. Às vezes quando paro pra pensar sobre o que devo fazer da minha vida e se o que estou fazendo é certo, as perguntas vêem até minha mente. Hoje,quando estava decidindo sobre o que fazer com o meu coração,a pergunta mais dolorosa me inundou: porque nós gostamos tanto de sofrer? Ela me dominou e tentou fazer com que eu sofresse mais pensando em todo meu passado desastroso quando se tratava de amor. Não, eu não me rendi porque já basta o passado que fui eu quem fez tudo ser tão ruim, eu não quer o futuro também.
Nada adianta. Quanto mais eu penso, mais eu caio em contradição. Um dia está perfeitamente bem, e no outro tudo parece não passar de um sonho. Nada vai fazer voltar o tempo que eu achava que era feliz, e eu também não quero. O que vai adiantar ser enganada novamente? Daqui a pouco vou enxergar a realidade e tudo vai voltar como está agora.
Eu queria apenas uma oportunidade. Talvez eu já tenha tido, mas eu queria a minha escolha nesta oportunidade. Queria o sorriso que me faz bem, não o que eu finjo que faz. Tudo vai ficar bem melhor se houver sinceridade.
Eu não posso fazer com que isto dê certo, apenas rezar pra que dê. Nada está em minhas mãos, e acreditar que um dia eu serei ouvida vale à pena, porque mesmo que seja no ultimo dia da minha vida, eu sentirei aquele calor e verei aquele sorriso que me fará morrer com graça. É, all the possibilities, well, I was wrong.
(12 de Dezembro de 2009) #
Nada adianta. Quanto mais eu penso, mais eu caio em contradição. Um dia está perfeitamente bem, e no outro tudo parece não passar de um sonho. Nada vai fazer voltar o tempo que eu achava que era feliz, e eu também não quero. O que vai adiantar ser enganada novamente? Daqui a pouco vou enxergar a realidade e tudo vai voltar como está agora.
Eu queria apenas uma oportunidade. Talvez eu já tenha tido, mas eu queria a minha escolha nesta oportunidade. Queria o sorriso que me faz bem, não o que eu finjo que faz. Tudo vai ficar bem melhor se houver sinceridade.
Eu não posso fazer com que isto dê certo, apenas rezar pra que dê. Nada está em minhas mãos, e acreditar que um dia eu serei ouvida vale à pena, porque mesmo que seja no ultimo dia da minha vida, eu sentirei aquele calor e verei aquele sorriso que me fará morrer com graça. É, all the possibilities, well, I was wrong.
(12 de Dezembro de 2009) #
Parece mesmo um conto de fadas. O príncipe não existe, ou existe, mas não de verdade. Talvez aquela figura com rosto angelical tenha sido desenhada em meu pensamento, nada mais, e eu a construi em meus sonhos, em meus desejos, em meu futuro. E então aquela figura se tornou o meu príncipe encantado. Sim, eu sei que devo aprender que príncipes não existem,assim como papai Noel e coelho da páscoa,mas não gosto da idéia de pensar que tudo é mentira. E se um dia for verdade, quem vai contra mim? Ninguém, só os meus próprios estranhos pensamentos.
É tão boba a idéia das meninas acreditarem que nada dura pra sempre. É, nada dura porque ninguém acredita! E quando durar quero ver qual vai ser a menina que não vai dizer: eu posso fazer com que a minha história também dure. Nada é em vão, e se a vida humana não for suficiente, quem irá contra a vontade de Deus de fazer com que aquele sentimento dure até a eternidade? Ninguém, e talvez isso não tenhas acontecido com nenhum de nós, apenas em filmes onde pessoas são manipuladas e pagas para contar histórias que façam uma população chorar, porque somos imaturos o suficiente para nunca acreditar. Talvez eu não queira chorar, eu queira amar. Amar profundamente alguém que me ame do mesmo. Enxergar que sou única e que posso sim, fazer acontecer à eternidade.
Eu quero a eternidade e com aquele que se tornou meu príncipe encantado. Só assim eu serei plenamente feliz e nada vai conseguir me deter de meus objetivos. Nada me tira aquele e aquilo que não existe, mas quando existir, eu serei feliz por conseguir ter duas coisas praticamente consideradas impossíveis para um bicho que é tão asqueroso como o ser humano.
(12 de Dezembro de 2009) #
É tão boba a idéia das meninas acreditarem que nada dura pra sempre. É, nada dura porque ninguém acredita! E quando durar quero ver qual vai ser a menina que não vai dizer: eu posso fazer com que a minha história também dure. Nada é em vão, e se a vida humana não for suficiente, quem irá contra a vontade de Deus de fazer com que aquele sentimento dure até a eternidade? Ninguém, e talvez isso não tenhas acontecido com nenhum de nós, apenas em filmes onde pessoas são manipuladas e pagas para contar histórias que façam uma população chorar, porque somos imaturos o suficiente para nunca acreditar. Talvez eu não queira chorar, eu queira amar. Amar profundamente alguém que me ame do mesmo. Enxergar que sou única e que posso sim, fazer acontecer à eternidade.
Eu quero a eternidade e com aquele que se tornou meu príncipe encantado. Só assim eu serei plenamente feliz e nada vai conseguir me deter de meus objetivos. Nada me tira aquele e aquilo que não existe, mas quando existir, eu serei feliz por conseguir ter duas coisas praticamente consideradas impossíveis para um bicho que é tão asqueroso como o ser humano.
(12 de Dezembro de 2009) #
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
- Pedro Bial,Filtro Solar :)
domingo, 6 de dezembro de 2009
Tudo bem, eu sei que felicidade plena nunca é boa, porque quando tudo está perfeito, alguma coisa acontece e destrói tudo, mas será que um pouco melhor do que está agora custa algo a mim? Eu estou tão vazia, tão tristonha, tão perdedora, desistindo.
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